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As principais NRs

O Falando de Proteção conversou com um Especialista em Segurança no Trabalho e traz para você as 3 principais NRs.

As NRs são uma maneira de melhorar as condições de trabalho na indústria, visando diminuir os acidentes e problemas gerados. Nossa legislação hoje conta com 36 NRs, cada uma com um tema específico que garante melhorias no dia a dia dos trabalhadores.

Dentro do cenário atual o Falando de Proteção conversou com o Especialista em Segurança no Trabalho, Francisco Antonio Mergulhão, para elegermos as três principais NRs.

NR 4 – SERVIÇO ESPECIALIZADO EM ENGENHARIA E SEGURANÇA DO TRABALHO (SESMT)

A NR 4 foi um dos passos mais importantes para a queda no número de acidentes de trabalho, obrigando as empresas a manter Serviços Especializados em Engenharia e Segurança do Trabalho.

Segundo Francisco Mergulhão, “Como falar em segurança se não existir profissionais que tenham uma visão prevencionista dentro de uma organização? É de suma importância a presença de um Profissional da área de Segurança, seja ela o ramo de atividade que for. O papel do SESMT vai além das NRs, estabelecendo critérios se baseando em leis, convenções coletivas, etc.”.

NR 12 – SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

As máquinas nunca estiveram tão presentes na vida profissional de um número tão grande e diversificado de trabalhadores. A automatização dos processos de produção facilitou, mas trouxe também uma maior possibilidade de acidentes.

A NR12 foi criada para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores que lidam com máquinas e equipamentos em seu dia a dia.

“Enquanto algumas poucas empresas investem em tecnologia e, obrigatoriamente tendem a atender a NR 12, melhorando a segurança e evitando o crescimento do número de acidentes, outras vão na contra mão da tecnologia. Não conseguem ou não querem se adequar, até mesmo porque as máquinas e equipamentos encontrados em algumas empresas são muito antigos. O investimento, por ser muito caro, tende a não acontecer, aumentando o número de acidentes”, alerta Francisco.

NR – 35 TRABALHO EM ALTURA

O trabalho em altura é um dos riscos mais elevados. As consequências dos acidentes em alturas são graves, e representam uma porcentagem elevada nos índices de trabalho.  O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) revelam dados onde 40% dos acidentes de trabalho no Brasil estão relacionados a quedas de trabalhadores em altura. “O trabalho em altura exige cuidados extremos tanto por parte da empresa, mas também por parte do funcionário que coloca sua vida em risco diariamente.”, diz Francisco.

Ainda de acordo com o especialista, existe uma rotina a ser executada antes do início dos trabalhos. “Estar presente nas atividades, observar as condições do ambiente a ser realizado o trabalho, treinamento, capacitação, o isolamento e a sinalização, o estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem, as condições meteorológicas adversas, a seleção, inspeção, forma de utilização e limitação de uso dos sistemas de proteção coletiva e individual, atendendo às normas técnicas vigentes, às orientações dos fabricantes e aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda, o risco de queda de materiais e ferramentas, os trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos, o atendimento aos requisitos de segurança e saúde contidos nas demais normas regulamentadoras, os riscos adicionais, a necessidade de sistema de comunicação, a forma de supervisão, as condições impeditivas e principalmente as situações de emergência e o planejamento do resgate e primeiros socorros, ou seja, Profissional de Segurança com conhecimento teórico e prático no assunto. Se não tivermos um bom profissional da área de segurança fazendo a gestão de todas estas situações continuaremos com esses índices negativos que infelizmente colocam o Brasil num dos piores quadros do mundo.”, finaliza.

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