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Custo-Benefício: no que devemos focar quando o assunto é EPI?

Quando falamos sobre Equipamentos de Proteção Individual, muito se discute sobre custo-benefício. São materiais que […]

Quando falamos sobre Equipamentos de Proteção Individual, muito se discute sobre custo-benefício. São materiais que requerem bons investimentos, afinal, eles não só auxiliam no desempenho de atividades profissionais, como protegem vidas. Não é nenhuma novidade para você, especialista em segurança, que nesse tipo de compra, o preço não pode ser um fator decisivo, mas entendemos que ele é um dos tópicos mais importantes do assunto.

Se o intuito é espaçar os períodos de troca de equipamento, não tem jeito: o principal fator a ser colocado em prioridade tem que ser a resistência. Isso porque, com os devidos cuidados, o EPI tem sua durabilidade prolongada e, naturalmente, o investimento vale mais à pena – isso contar na sua funcionalidade, que protege a equipe.

trabalhadores apertando as mãos sobre planta de edifício

 

Além da resistência, outros três fatores devem ser colocados como prioridade, no momento da escolha:

  • Qualidade
  • Validade
  • Material

Após a escolha e a compra, é importante manter um sistema de gerenciamento de materiais para facilitar uma aquisição futura. Segundo o portal Consulta CA, é necessário assimilar 2 aspectos fundamentais: o primeiro, é implementar a filosofia de testes de EPI’s antes da escolha. O segundo, o indicado é a criação de uma Matriz de EPI’s. Dessa forma, registra-se a performance daquele material e ele serve de consulta para futuras compras.

Quando o assunto é proteção, sabemos que o barato pode sair caro, por isso, todo o cuidado na escolha é pouco.

O que você acha sobre o assunto? 🙂

 

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