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Evolução das Doenças Ocupacionais

A relação das pessoas com o trabalho mudou ao longo dos anos. Assim como as doenças ocupacionais.

Hoje em dia, as doenças ocupacionais configuram enfermidades com o mesmo caráter dos acidentes de trabalho do ponto de vista legal. Mas nem sempre foi assim.

Doenças Ocupacionais: a virada dos anos 70

Até a década de 1960, apenas acidentes de trabalho eram considerados enfermidades derivadas da profissão. Somente na década de 1970 as doenças ocupacionais passaram a ser vistas com a seriedade que merecem. Uma das razões para essa mudança foi o crescimento da classe médica e da indústria no País, o que aumentou consideravelmente distúrbios relacionados a agentes físicos, químicos e térmicos. Começou-se a ver um padrão em trabalhadores que lidavam com poeira, radiação, solventes ou ruídos, para citar alguns exemplos.

Doenças Ocupacionais Pós-Informática

O início da década de 1980 ficou marcado pela difusão da informática nas empresas brasileiras, ocasionando novas doenças ocupacionais referentes a riscos ergonômicos e de postura, como LER, DORT e Tenossinovite.

A virada do milênio inaugurou um período marcado pela exigência cada vez maior nas mais diversas áreas. Do excesso de pressão, multiplicaram-se as doenças de caráter psicossocial, como depressão, ansiedade, estresse ou síndrome do pânico.

Inimigos Silenciosos

O grande problema das doenças ocupacionais – e o que também as diferencia de acidentes de trabalho – é o caráter lento e silencioso com que se desenvolvem ao longo dos anos. Ao serem descobertas e diagnosticadas, após mais de uma década habitando o trabalhador, já é tarde para a cura ou a prevenção, resultando muitas vezes em trabalhadores que acabam sendo afastados definitivamente da profissão.

Hoje em dia, há recursos preventivos, como por exemplo a análise ergonômica do ambiente de trabalho, um estudo que avalia as condições físicas oferecidas no local. O exame médico, teoricamente, também seria uma excelente ferramenta de prevenção. Mas para que isso se desse de fato, ele deveria ser encarado com mais seriedade e não apenas como uma formalidade junto ao Ministério do Trabalho e Emprego.

No próximo post, vamos listar as principais doenças ocupacionais e as profissões às quais estão relacionadas.

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