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Estratégia de amostragem para Avaliação de Agentes Químicos: como definir?

Saiba como definir uma estratégia de amostragem eficiente e comece o ano mantendo sua equipe ainda mais protegida

Nossa série de posts de começo de ano estão voltados para análises, estratégias e tudo o que um início de ano precisa quando o assunto é segurança no trabalho. Hoje, nós vamos falar sobre estratégia de amostragem para Avaliação de Agentes Químicos e como você pode definir essa ação ainda em janeiro.

Basicamente, ela pode ser feita em quatro etapas, segundo o jornal Segurito. São elas:

1. Definição do método de amostragem:

Naturalmente, o primeiro passo para uma estratégia de amostragem é definir o método de coleta. Para isso, o profissional precisa escolher qual será a forma de avaliação, com base em métodos desenvolvidos por instituições reconhecidas mundialmente, como IOSH, OSHA, INSHT, etc. Esses métodos apresentam para quem contaminante se destina a amostragem, qual dispositivo será utilizado na coleta, qual volume de ar será utilizado na captação e qual o vazão durante o processo.

2. Seleção dos postos de trabalho:

O ideal é sempre avaliar todos os expostos e como isso nem sempre é possível, devemos utilizar Grupos Homogêneos de Exposição (Os GHE, que falamos no post anterior). Para essa avaliação, devemos considerar alguns parâmetros como proximidade da fonte geradora do contaminante, sentido das correntes de ar e permanência na atividade de trabalho.

3. Número de amostras:

Nessa etapa, “quanto mais, melhor”, mas caso o intuito seja otimizar esse número, é importante se atentar para o tempo de ciclo de trabalho, existência do grupo homogêneo, sazonalidade da produção, etc. Para definir um quadro quantitativo, é necessário o estudo estatístico destes valores.

4. Duração das amostras:

A ideia é que a análise seja feita por toda a jornada de trabalho, porém, nem sempre essa opção é viável, seja pelo método de coleta que exigiria mais de uma amostra, ou pelo custo envolvido nessa ação. O tempo de amostra, no entanto, é diretamente relacionamento ao volume de ar e à vazão estabelecida pela metodologia. A partir destes dois parâmetros, teremos um tempo máximo e mínimo para a coleta que deverá ser estabelecida pelo avaliador.

Lembrando que essas são as diretrizes para a elaboração de uma estratégia de avaliação. Para essa atividade, estudo e profundidade não devem ficar em segundo plano.

Certo?

(Fonte: Mario Sobral/Jornal Segurito) 

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