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Fator humano na segurança | parte 1

Entenda mais sobre o fator humano e como é possível mudar o comportamento de risco instintivo e habitual do nosso dia a dia de trabalho.

Todos os dias colaboradores e empresa combatem os acidentes de trabalho que podem acontecer. Mas mesmo com esse trabalho de prevenção os acidentes se repetem, muitas vezes, até de forma semelhante e por isso é preciso entender o fator humano.

Uma forma de combater essas situações é através da implantação de regulamentos mais rigorosos, processos automatizados, a utilização de sistemas de gerenciamento de segurança e as investigações sobre acidentes, porém muitas vezes essa ações não são suficientes.

O mesmo serve para soluções técnicas, modelos de negócios, estratégia corporativa, regras e regulamentos que podem ajudar uma empresa a melhorar a segurança e o desempenho dos colaboradores, mas raramente funcionam no dia a dia.

Acompanhe aqui a primeira parte sobre a influência do fator humano na gestão de segurança.

O FATOR HUMANO

Essa expressão é utilizada para descrever a interação de pessoas umas com as outras, com equipamentos e instalações, e com sistemas de gestão. Também é utilizada para descrever como essas interações sofrem influencias de um determinado ambiente de trabalho e sua cultura.

Para evitar incidentes e minimizar os riscos é preciso entender os fatores que influenciam as tomadas de decisões dos colaboradores. Para compreender as causas dos incidentes é necessário focar nos comportamentos, características, capacidades, assim como o desenvolvimento de uma cultura de segurança sustentável.

Para conseguirmos realizar uma mudança radical na segurança, é preciso ir além da abordagem tradicional. E é aí que surge a Gestão de Segurança Comportamental.

GESTÃO DE SEGURANÇA COMPORTAMENTAL

A Gestão de Segurança Comportamental estabelece um método que pode ajudar a criar um entendimento da cultura de trabalho dos colaboradores.

  • As empresas devem estabelecer expectativas sobre o comportamento dos funcionários no local de trabalho.
  • Instaurar um processo para monitorar ações e comportamentos para garantir boas práticas de trabalho padronizadas.
  • Realizar um feedback para reforçar ou modificar alguns comportamentos.

A taxa de efetividade dessas ações cresce quando a empresa aplica em forças de trabalho remotas, distribuídas ou auto-orientadas. Caso ocorra algum comportamento de risco aconteça e não há um feedback consistente, ou até mesmo imediato, a efetividade das ações perde força.

SENTIMENTOS E EMOÇÕES INFLUENCIAM NOSSO COMPORTAMENTO

Hoje já há um entendimento que sentimentos e emoções são uma fonte primária de motivação. É um novo ponto de vista sobre o motivo pelo qual as pessoas podem reagir irracionalmente em algumas situações.

A aplicação desse pensamento na área de segurança e saúde do trabalho é nova e pode ter a resposta para alguns dos maiores desafios sobre o comportamento dos colaboradores.

É simples: A grande maioria das práticas de segurança tem sua base orientada pela lógica, mas a grande maioria dos comportamentos humanos não é. Os comportamentos em sua maioria são intuitivos, sendo uma resposta afetiva a determinada situação.

Para entender melhor como os sentimentos podem ditar nossas ações, vamos conferir alguns importantes fatores.

  • Vivemos em um ambiente de constante mudança.
  • Processamos e monitoramos situações de riscos ou recompensas intuitivamente por meio de sentimentos ou emoções.
  • Somos extremamente eficientes em gerenciar uma enorme quantidade de informações.

Sendo assim, como é possível determinar na nossa consciência o que é mais importante e merece mais atenção? Simples, todo esse processo é influenciado por experiências prévias.

E NÃO ACABA POR AQUI

Acompanhe na quinta-feira o próximo post do Falando de Proteção com a continuação sobre o fator humano na segurança.

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