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GHE – Você sabe o que é?

Vamos começar 2018 fazendo um GHE? Não sabe o que é? Então descubra neste post!

Quais são suas metas para 2018? A nossa é continuar ajudando profissionais do Brasil todo a deixarem seus ambientes de trabalho cada vez mais seguros e com menos riscos de acidentes. E com essa animação característica de início de ano, onde queremos riscar metas e tirar planos do papel, fica mais fácil fazer avaliações, afinal, estamos com ainda mais vontade de realizar nossos trabalhos, não é mesmo?

E é mais ou menos sobre isso o nosso primeiro post de 2018! Para começar o ano da melhor forma, hoje vamos falar sobre GHE – o que é e quais são as vantagens de estabelecer em sua empresa.

O Grupo Homogêneo de Exposição (GHE) aparece no anexo 13-A da NR 15 e, também, na NR 22. Ele é obtido na elaboração do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), na etapa de caracterização básica da unidade. O GHE serve, basicamente, para facilitar o mapeamento dos riscos dos ambientes físicos da empresa, onde os trabalhadores exercem atividades em ambientes de risco semelhante.

gráfico GHE

 

Uma das principais vantagens que o GHE oferece ao técnico de segurança do trabalho, é a autonomia para que o SESMT atue de forma independente do setor de Recursos Humanos. Dessa forma, a prevenção de acidentes pode ser ligada diretamente a cada ambiente, dando ao profissional de segurança o poder de escolher o tipo de avaliação/monitoramento/periodicidade necessária ao ambiente, bem como escolhas de EPC, EPI e elaboração de PPRA.

Basicamente, um Grupo Homogêneo de Exposição permite definir a tendência de exposição de todo um grupo, com um número menor de amostras.

Pontos de Atenção

A escolha dos Grupos Homogêneos de Exposição (GHE) ocorre durante a fase de levantamento de dados (caracterização básica da unidade), no momento em que se processam as etapas de reconhecimento e prioridades de avaliação.

As variáveis que influenciam nessa escolha são:

Tipo do processo/operação: neste momento, é importante identificar com cuidado o local de trabalho e atividades realizadas.

Atividades/tarefas dos trabalhadores: aqui é onde deve-se verificar pela função e se as atividades exercidas são verdadeiramente iguais. Essa análise é fundamental para a eficiência do Grupo.

Possíveis desvios de função: nessa fase, a atenção deve ser direcionada para a tarefa que o trabalhador executa. Uma boa conversa com o colaborador ou com seu líder que já é o suficiente para esse ponto.

Variações: O GHE se refere a trabalhadores que tenham a mesma exposição, por isso, é importante ficar atento para trabalhadores que executem funções diferentes. Anote: turnos de trabalho diferentes também podem indicar variações na exposição dos agentes agressivos.

Número de amostras: Para um GHE eficiente, é importante que o número de amostrar seja pré-determinado.

Também é importante se atentar em:

  • Agentes ambientais, fontes, trajetórias, meios de propagação.
  • Intensidade/concentração dos agentes.
  • Identificação e número de trabalhadores.
  • Agravos à saúde dos trabalhadores.
  • Frequência das ocorrências.
  • Interferência de tarefas vizinhas.

Uma vez mapeados os riscos, o GHE permite dividir a exposição dos trabalhadores em grupos e visualizar, de uma forma ainda mais ampla, as formas de proteção que podem ser colocadas em prática naquela área.

E aí? ‘Bora começar um ano com um mapeamento? 😉

Fonte: NWN

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