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Legislação, teste e proteção: conheça o case da Comgás

O case da Comgás mostra a importância de duas importantes pautas da segurança no trabalho: teste de EPI e legislação. Saiba mais!

O post (e case) de hoje vai abordar duas importantes pautas dentro da segurança em empresas: Teste de EPI e Legislação. Após constatar que a capa 7/8 impermeável que seus colaboradores usavam não possuía proteção térmica comprovada, a Comgás precisou fazer um longo estudo legislativo para conseguir encontrar um equipamento que suprisse suas necessidades e estivesse de acordo com as exigências do Ministério do Trabalho. Para contar mais sobre esse trabalho, conversamos com o Engenheiro de Segurança do Trabalho da Comgás, Sidney de Souza Leite.

Como foi esse processo de identificação do trabalho e de estudo?

“O case começou com a identificação de um gap no uso de uma vestimenta que era uma espécie de capa de chuva e que começou a ser utilizada sobreposta ao macacão anti-chama. O problema é que quando você usa algo sobreposto ao macacão, isso impacta negativamente na performance da veste. Quando percebemos esse problema, proibimos o uso dessa capa e passamos a buscar no mercado alguma outra roupa que atendesse essa necessidade. Após várias pesquisas, descobrimos alguns fornecedores, mas eles não tinham o Certificado de Aprovação. Precisamos procurar de novo e, quando finalmente encontramos, eles não eram homologados como vestimenta anti-chama, mas sim, vestimenta intempérie. Diante dessa dificuldade, constatamos que no Brasil não existe um Certificado de Aprovação para esse tipo de produto e, então, descobrimos que existe uma abertura na nossa legislação que nos possibilitava fazer buscas no exterior. E foi o que fizemos”, conta Sidney.

Imagens do ThermoMan®

“Descobrimos uma empresa que tinha esses produtos no Brasil, mas que foram homologados na Espanha. Se um laboratório que foi homologado fora do Brasil for signatário de acordo com o Ministério do Trabalho aqui no Brasil, esse certificado, mesmo obtido lá fora, tem a mesma validade aqui, ainda que ele não seja oficialmente registrado como vestimenta de proteção pelo Ministério do Trabalho. Sendo assim, após essa pesquisa legislativa, pudemos colocar esses equipamentos em teste. Nosso primeiro teste foi feito no ThermoMan®, da DuPont, e lá vimos que tivemos um ganho muito alto na proteção que a vestimenta oferece. Um macacão que possibilita 11% de queimadura no corpo já é considerado com um bom desempenho, mas após a sobreposição das novas aquisições (em vez de capa, optamos por jaquetas  e calças), nós tivemos dois resultados surpreendentes. Com um dos fabricantes, essa porcentagem de queimadura caiu para a metade e, com outro, foi zerado”, conta. “No final, diminuímos a exposição do funcionário e melhoramos as condições de trabalho dele”.

Leia também: A importância dos testes de EPI

Prêmio DuPont

Um dos vencedores do Prêmio DuPont 2016 na categoria de Proteção Térmica, Sidney foi convidado a compartilhar seu case aqui no Falando de Proteção. “Eu achei muito legal ser um dos convidados porque foi um reconhecimento muito grande. É sinal de que olharam pra esse case e viram nele algo diferente – e isso nos deixa muito satisfeito. Lá na premiação já é um numero muito seleto, aqui então, nem se fala. Esse tipo de ação com certeza engrandece nosso trabalho e nos inspira a melhor nosso trabalho e se engajar, cada vez mais, na segurança”, conta.

Viu só como legislação e teste de EPI asseguram uma melhora significativa no seu ambiente de trabalho?
Ah! E amanhã tem mais um case premiado pela DuPont. Não perca! 😉

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