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Brasileiros acreditam que proteção contra incêndios é ineficiente

Pesquisa encomendada pela empresa Honeywell revela que maioria dos brasileiros entrevistados não se sentem seguros em ambientes fechados.

Há dois anos atrás, o fatídico incêndio ocorrido na boate Kiss, em Santa Maria (RS), trouxe à tona a questão da segurança dos brasileiros em ambientes públicos fechados.

Em pesquisa encomendada pela empresa Honeywell – voltada para soluções de segurança contra incêndios -, três a cada quatro brasileiros (72%) dizem que as medidas relacionadas à segurança contra incêndios continuam insuficientes em locais públicos.

A maioria dos entrevistados (57%), não participou de qualquer simulação contra fogo em seus locais de trabalho no último ano, mas acredita que o governo precisa fazer mais e zelar pelos cidadãos. Mais ações educacionais relacionadas à segurança contra incêndio por parte do governo são outras prioridades citadas por quatro a cada cinco brasileiros que responderam às perguntas.

Ainda segundo a pesquisa, 70% dos brasileiros acreditam que poderia se fazer mais por meio da legislação, a fim de garantir que os responsáveis por locais de uso comum (empresários e supervisores) adotem os procedimentos e os sistemas de segurança adequados. Os dados também revelam que os cidadãos estão mais preocupados em enfrentar incêndios em locais públicos (61%) do que em suas próprias residências (57%).

Além de reforço na segurança dos estabelecimentos em questão (sinalizações nas saídas de emergência, alarmes de incêndio, sprinklers e saída com caminhos iluminados), e maior fiscalização do governo, é necessária a educação da população com relação ao assunto.

Responsabilidade e deveres devem ser atribuídos, assim como o direito de todo cidadão no acesso à educação relacionada à segurança contra incêndios, que começa desde as escolas primárias no caso de prevenção, e vai até os níveis mais altos como a qualificação profissional.

Por fim, é preciso que todos os grupos incluindo governo, setor privado, autoridades contra incêndios, associações de indústria e os cidadãos, possam trabalhar juntos neste problema de resolução crucial.

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