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Capuz anti-chama: por que usar?

Seus colaboradores já fazem uso das balaclavas? Caso não, você com certeza vai considerar usá-las, depois desse post.

A proteção de rosto e cabeça já integra duas importantes NRs (a NR-6, que diz respeito a EPI e a NR-17, sobre ergonomia) e, talvez por isso, seja quase automático pensar em capacete quando falamos sobre esse tipo de equipamento de segurança. Mas você sabia que além dos diferentes tipos de capacete, as balaclavas também fazem parte dessa lista?

As balaclavas, que também são chamadas de “capuz”,  foram desenvolvidas tanto para oferecer conforto sob o capacete, quanto  para servir de aliada para trajes já conhecidos – e utilizados – para proteção contra o fogo. O EPI é produzido em diferentes tipos de materiais, que variam de acordo com a atividade do profissional. Segundo a Marketing Manager de Nomex®, Ariana Bottura, existem balaclavas que protegem queimaduras de diferentes níveis. “Hoje, inclusive, já tem capuz que protege o trabalhador até de particulados sólidos, sendo desenvolvidos”, explica.

De acordo com a NR-6, a balaclava é indicada para:

  • capuz para proteção do crânio e pescoço contra riscos de origem térmica;
  • capuz para proteção do crânio, face e pescoço contra respingos de produtos químicos;
  • capuz para proteção do crânio e pescoço contra agentes abrasivos e escoriantes.

trabalhadores em condições de risco com fogo

Apesar do item ser citado na Norma Regulamentadora, Ariana destaca que, muitas vezes no processo de certificação das vestimentas, fala-se muito sobre o proteção da cabeça, mas não do rosto. “As balaclavas testadas no ThermoMan® apresentam uma porcentagem de proteção ainda superior a dos trajes tradicionais, isso porque ela protege todo o rosto do trabalhador, da cabeça ao pescoço”, explica “Por causa desses resultados, queremos ajudar as equipes a reconhecerem a importância do capuz anti-chama”.

Esses resultados confirmam que, ainda que elas não sejam especificadas como EPI básico de algumas funções, o capuz anti-chama é imprescindível se o intuito é proteção contra fogo. Pilotos de Fórmula 1, profissionais de plataformas de petróleo e bombeiros já fazem uso do acessório sob o capacete para proteção do rosto em caso de chamas, que tem um resultado bastante efetivo em casos de acidentes. “Você pode até saber de casos fatais em corridas de Fórmula 1, por exemplo. Mas você nunca viu um caso de algum piloto que foi incinerado. Isso porque a proteção começa antes mesmo do macacão anti-chama – começa no capuz”, conta Ariana.

Uma coisa é certa: proteção nunca é demais e descobrir novas alternativas é sempre importante, não é mesmo?
E na sua empresa? Vocês já fazem uso das balaclavas?

 

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