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Segurança e Paramentação em Hospitais

Veja alguns procedimentos fundamentais de segurança e paramentação em hospitais para garantir a saúde de profissionais, pacientes e acompanhantes.

A saúde e a cura não existem sem medidas de segurança e paramentação em hospitais, devido aos riscos ocupacionais presentes nas instalações, nos equipamentos e materiais. Esse cuidado exige procedimentos que devem ser rigorosamente seguidos, de modo a antecipar, reconhecer, avaliar e controlar todos os riscos que podem trazer problemas de saúde a profissionais, aos pacientes, visitantes e mesmo a ambientes próximos.

Por isso, existem normas legais e normas regulamentadoras, como a NR-1, a NR-6 e a NR-9, além das Normas de Biossegurança que, uma vez seguidas a fiscalizadas, garantem a qualidade e o desempenho humano para a melhoria da saúde das populações.

Pensando nisso, preparamos esse especial com dois posts com algumas recomendações de segurança e paramentação em hospitais que garantem a o bem-estar e a saúde de milhares de pessoas.

Segurança e Paramentação em Hospitais: Lavagem das mãos

Não há medida de prevenção que se inicie sem antes realizar a lavagem das mãos. Quando não higienizadas, as mãos podem transmitir infecções. Deve ser um hábito, realizado de forma automática pelos profissionais de sáude.

Deve-se lavar as mãos não apenas quando houver sujeira visível, mas também antes e depois do contato com qualquer paciente, entre diferentes procedimentos no mesmo paciente e antes e depois de ações pessoais, como se alimentar, assoar o nariz, usar o banheiro e até mesmo pentear os cabelos. A higienização também deve ser feita antes e depois de usar luvas e, principalmente, após manipular materiais e equipamentos contaminados.

A lavagem das mãos deve ser realizada sem acessórios, como anéis, relógios e pulseiras, que devem ser retirados para os procedimentos.

Recomenda-se usar 2ml de sabão líquido e friccionar toda a região de mãos e dedos pelo período de 30 segundos a 1 minuto. Depois deve-se enxaguar, retirando toda a espuma e os resíduos de sabão. As mãos devem ser enxutas com papel toalha, para evitar a recontaminação.

Segurança e Paramentação em Hospitais: EPIs do dia a dia

Aventais e luvas: devem ser usados quando houver contato com o paciente, seu leito, materiais infectantes, sangue e secreções. As luvas devem ser trocadas entre procedimentos diferentes no mesmo paciente. Seu descarte deve ser feito ainda no quarto, sem esquecer de lavar as mãos imediatamente após, com antisséptico degermante. O avental é essencial caso o paciente apresente diarreia, ileostomia, colostomia ou ferida com secreção não contida por curativo. Cada profissional deve usar um avental individual descartável para cada paciente em isolamento. O descarte deve ser realizado após o plantão ou antes, se houver sujeira aparente. Nesse caso, deve ser substituído por outro até o fim do plantão. Cada quarto de isolamento deve possuir uma antecâmera com um cabideiro onde devem ficar os aventais.

Óculos e máscaras: devem ser utilizados para proteger olhos, rosto e vias aéreas, sempre que houver risco de respingos de sangue, secreção ou materiais infectantes.

Equipamentos: Termômetros, estetoscópios e esfigmomanômetros devem ser desinfetados ou esterilizados diariamente após a alta.

Segurança e Paramentação em Hospitais:  Isolamento

Deve-se evitar o transporte de pacientes em isolamento. Se for muito necessário, é preciso seguir rigorosamente as precauções de contato durante o trajeto, como manter contidas as secreções, usar luvas e aventais no caso de contato com o paciente e não compartilhar de forma alguma os equipamentos utilizados nele.

Doenças que necessitam de isolamento:

  • Varicela
  • Zoster disseminado
  • Rubéola
  • Sarampo
  • Tuberculose
  • Meningite
  • Doença Meningocócica
  • Coqueluche
  • Vírus/bactérias entéricas
  • VRS ou Vírus Parainfluenza
  • Bactéria multi-R
  • Bactéria multi-R
  • Staphylococcus/Streptococcus

Na próxima postagem, continuamos falando de segurança e paramentação em hospitais quanto a transmissão por gotículas, por aerossóis, contato com micro-organismos multiresistentes e prevenção de infecções.

 

Veja também o vídeo que fizemos com o pessoal do Hospital Emílio Ribas, referência e infectologia, clicando no link abaixo:

Paramentação na infectologia

 

 

 

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