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Tecnologia e Segurança do Trabalho

A tecnologia ajuda a organizar processos de segurança do trabalho, mas também requer medidas de proteção específicas para os que a operam.

A tecnologia ajuda uma empresa a dimensionar, fiscalizar e organizar suas tarefas em todas as áreas em que ela atua. Não é diferente com os aspectos de segurança do trabalho que a envolvem.

Tecnologia e Softwares de Controle

Essa tecnologia se apresenta na forma de softwares feitos para gestores e responsáveis controlarem as práticas implementadas, criando um hábito rápido e eficaz de fiscalização e garantindo que se respeite a legislação.

Em fábricas, por exemplo, a tecnologia permite que se saiba quais profissionais receberam seus EPIs, quais foram orientados em sua utilização, a receberem todo e qualquer treinamento ou a operarem equipamentos.

Sem essa tecnologia, não teria como controlar prazos de validade e manutenção de EPIs e equipamentos. Hoje, o técnico de segurança do trabalho sabe, por meio de softwares, quando o material chegou e quando ele deve ser substituído.

Segurança do Trabalho na Tecnologia

Ocorre que, uma vez que a tecnologia chegou para ajudar a organizar as empresas, também se faz necessário pensar em profissionais qualificados e experientes nessa atividade. E daí, surgem também novos problemas de segurança do trabalho.

Os profissionais de TI (tecnologia da informação), responsáveis por lidar com tecnologia, costumam trabalhar em espaços confinados, não projetados para permanência contínua e carentes de ventilação, com um único acesso para entrada e saída e, por vezes, com iluminação deficiente.

Essa atividade, embora recente, tornou necessária a criação da NR-33, uma regulamentação específica para entrada e trabalho em espaços confinados.

Ela traz à luz aspectos referentes à ventilação nesses recintos, o uso de recursos que medem níveis de hidrocarboneto, oxigênio e gás carbônico no ambiente, além de outros agentes.  A NR-33 também chama atenção para iluminação adequada, se o local possui ou já possuiu substâncias explosivas, inflamáveis, asfixiantes ou tóxicas. Nesse caso, o ambiente é classificado como IPVS (Imediatamente Perigoso para a Vida e a Saúde), demandando cuidados mais precisos, como por exemplo uma equipe de resgate de plantão, além de outras que impeçam incidentes e acidentes de trabalho.

Portanto, quando uma empresa pensar em se atualizar com novas tecnologias, deve contemplar também o investimento, não apenas em máquinas e equipamentos de ponta, mas também na capacitação, treinamento e avaliação do ambiente para que esses profissionais também possam trabalhar com segurança.

Tecnologia e o Custo de se Atualizar

Visto que a tecnologia muda o tempo todo, é necessário que esse olhar seja frequente e altamente questionador. Isso muitas vezes torna a tecnologia dispendiosa, trazendo uma falsa leitura de que ela não é proveitosa. Trata-se, contudo, em um investimento para que a empresa se mantenha atualizada, tanto em tecnologia quanto em segurança do trabalho. E, atualmente, se tem algo que pode ser mais dispendioso e não-proveitoso, além de pôr funcionários em risco, é estar desatualizado. Por isso, também é igualmente importante que todos os profissionais de uma empresa sejam flexíveis a mudanças.

Se está entre as atividades do Técnico em Segurança do Trabalho implantar, gerenciar e controlar sistemas de segurança, estar aberto a conhecimentos e aplicações em tecnologia deve ser tão importante quanto vistoria, perícia, avaliação e emissão de pareceres sobre os processos e condições trabalhistas. Pois somente esse conjunto de fatores pode garantir a saúde e qualidade de vida dos trabalhadores e o equilíbrio do meio ambiente, prevenindo acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.

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