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O uso de EPI para profissionais de comunicação

Você acha que o uso de EPIs para profissionais de comunicação deveria ser obrigatório em campo ou eventos como manifestações?

Desde 2014, quando começaram as manifestações no País, a opinião pública e, especialmente a classe jornalística, têm debatido a necessidade do uso de EPI para profissionais de comunicação quando estão em campo.

A medida, já discutida pelo Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro, começou a ser debatida após a repercussão de profissionais da imprensa seriamente feridos por ocasião da cobertura desses eventos. O estopim da discussão foi a morte do jornalista Santiago de Andrade após ser atingido por um rojão. Se Santiago estivesse usando um capacete, será que poderia ter sido salvo?

Se a medida for instaurada, é possível que o uso de EPI para profissionais de comunicação passe a ser de responsabilidade dos veículos e que seja obrigatório em eventos como esse.

Ainda assim, por partir de um questionamento muito recente, o uso de EPI para profissionais da comunicação dependeria de estudos técnicos decorrentes de uma avaliação mais aprofundada.

De qualquer forma, um dos maiores questionamentos parte do entendimento que, se policiais usam capacetes para estarem protegidos enquanto exercem sua função, jornalistas também deveriam usar EPIs em situações similares.

A discussão do uso de EPI para profissionais de comunicação amplia-se ainda mais quando se fala da pertinência no uso de outros equipamentos que pudessem lhes garantir a segurança no trabalho, como calçados apropriados para áreas de inundação ou coletes à prova de balas em coberturas que envolvam ações policiais.

Há pouco mais de um ano, O Ministério Público de São Paulo emitiu uma notificação de recomendação para que os veículos de imprensa local adotem medidas de segurança e proteção a seus profissionais, eliminando ou, ao menos, minimizando, os riscos de suas atividades.

Mas em momento algum essa recomendação falou especificamente do uso de EPI para profissionais da comunicação.

Só nos resta esperar para ver como – e se – essa história ainda vai se desdobrar.

 

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