Fique por dentro de todas as novidades. Inscreva-se agora!
x
Preencha os campos abaixo e cadastre-se!

Inscreva-se em nossa newsletter e receba todos
os materiais do Falando de Proteção em sua caixa de e-mail


home > Dicas > Você sabe quais são os diferentes graus de queimadura?

Você sabe quais são os diferentes graus de queimadura?

Tanto o primeiro, quanto o segundo ou terceiro grau são nocivos, perigosos e merecem todos os cuidados possíveis para serem evitados. Saiba mais no post de hoje!

Não é preciso discutir muito para chegar em um consenso quando o assunto é “dor causada por queimadura”, não é mesmo? Todo mundo já teve uma experiência, seja mais leve (um dedo queimado na assadeira de bolo, por exemplo), ou até casos mais intensos, causados por algum acidente. É por isso que, quando há a menor possibilidade desse tipo de ocorrência em uma empresa, os cuidados devem ser redobrados, afinal, o assunto passa muito longe de ser uma brincadeira.

Literalmente, queimadura é toda lesão provocada pelo contato direto com alguma fonte de calor (ou frio, em casos extremos), produtos químicos, corrente elétrica, radiação, e vários outros fatores naturais (como plantas, lavas, etc). A intensidade da lesão é divida por graus, que definem a gravidade do acidente.

Queimaduras de 1º grau são aquelas que atingem as camadas superficiais da pele. Lembra a queimadura hipotética em uma assadeira de bolo, que falamos lá em cima? Então! Seria um exemplo. Essas queimaduras apresentam vermelhidão, inchaço, uma dor suportável e não formam bolhas.

Queimaduras de 2º grau são as que atingem as camadas mais profundas da pele, apresentam bolhas, vermelhidão, manchas, inchaço, desprendimento de camadas da pele e possível estado de choque. A dor, nestes casos, pode ser insuportável.

Queimaduras de 3º grau atingem todas as camadas da pele e podem chegar aos ossos. Apresentam pouca ou nenhuma dor e a pele branca ou carbonizada.

Tipos de queimaduras

E engana-se quem pensa que queimaduras, em empresas, estão restritas ao contato do fogo. Apesar de associarmos essa lesão sempre à categoria térmica, existem também as queimaduras químicas, que são provocadas pelo contato da pele com alguma substância nociva, e as queimaduras por eletricidade, que acontecem após uma descarga elétrica. Você pode saber mais sobre esse assunto nesse post aqui, em que ilustramos os perigos de uma corrente elétrica.

Para evitar um risco que pode ser fatal, é imprescindível que a escolha do EPI para o trabalhador que esteja em contato com algum desses possíveis cenários, seja feita de forma minuciosa, para que haja uma proteção eficiente. Eduardo S. Moreira, Engenheiro Thermo-Man®, da DuPont, explica que escolher um equipamento baseando-se apenas pelo Certificado de Aprovação, às vezes, não é a melhor opção.

“Equipamentos testados e com CA emitido garantem um mínimo de proteção ao trabalhador para que exista um pouco de garantia contra aberrações que não cumprem o que prometem. Porém o CA, da forma como é concebido, é uma faca de dois gumes: ao mesmo tempo em que ele garante um mínimo de qualidade, em vários casos estes quesitos estão muito aquém do que se é esperado e nivela muito por baixo a qualidade dos equipamentos”, explica Moreira.

Há algumas semanas, falamos sobre a importância dos testes em EPI, para garantir a eficiência e proteção do EPI – e Eduardo ressaltou essa questão.

“Ao fazer o teste de performance de acordo com a norma ISO em um manequim instrumentado (onde se compara a quantidade de queimadura em diferentes tecidos para a situação de laboratório), vestimentas de tecnologia mais antigas podem chegar a ter 3 vezes mais queimadura do que tecnologias mais recentes, embora todas estas chegam a passar no CA. Estamos falando de probabilidades de sobrevivência acima de 95% para tecnologias novas, contra 30% para tecnologias mais antigas”, explica.

283
0
Inscreva-se:
Anterior
Próximo